quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sobre o menosprezo do Coeficiente Chimpanzé - 4

Quando os coeficientes foram criados, o coeficiente chimpanzé tratou de ser logo menosprezado pelos acadêmicos. Eles quiseram logo desenvolver o CC a todo custo, deixando o CE não a segundo plano, mas a vigésimo segundo plano.

Infelizmente, como toda má idéia, este tipo de pensamento teve muitos seguidores. E o mundo ficou um pouco mais sem graça no hemisfério norte, principalmente na França, que é um país muitíssimo acadêmico. Os acadêmicos um pouco menos acadêmicos então notaram que o grau de desenvolvimento do coeficiente Einstein chegava ao grau de 51% e automaticamente se estagnava!

"Alguma medida precisa ser tomada", disse um francês. Por isso, os acadêmicos mais acadêmicos chegaram à conclusão:

- De agora em diante estudaremos também no banheiro e acordaremos no mínimo quatro vezes. Isso, quatro vezes por noite para os estudos.

Sem efeito.

Os acadêmicos menos acadêmicos pediram a voz na reunião suprema da Sourbone:

- Por favor, peço a voz.

- Depois, depois.

Então a maior subversão acadêmica vista até hoje na França foi feita. Na madrugada, eles entraram todos na Biblioteca Francesa e introduziram em todos os livros a seguinte frase:

- Não é possível desenvolver o lado Einstein sem desenvolver o lado Chimpanzé!

Assim, com ponto de exclamação no final.

Foi uma beleza. No dia seguinte, foram todos acadêmicos mais acadêmicos comprar ingressos para o jogo Paris Saint German contra Lyon. Torceram feito chimpanzés para o Paris Saint German, e acharam que venceram por 5 a 1, quando na verdade erraram as cores do uniforme e se enganaram. Só perceberiam no dia seguinte, quando o resultado sairia no jornal, mas no dia seguinte voltaram a estudar, e o coeficiente Einstein voltou a subir.

Assim é que os franceses aprenderam e espalharam para o mundo da desnecessidade de se menosprezar o coeficiente chimpanzé. Mas outro problema viria a seguir.

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